Um pouco do mestre....
A de sempre
Carlos Drummond de Andrade
— Até beber cerveja ficou difícil — queixa-se.
— O preço?
— Não. A variedade. O embaras du choix.
— Mas se você já estava acostumado com uma...
— E as novas que aparecem? Em cada Estado surge uma fábrica, se não surgem duas. Cada qual oferecendo diversas qualidades. Você senta no bar de sua eleição, um velho bar onde até as cadeiras conhecem o seu corpo, a sua maneira de sentar e de beber. Pede uma cervejinha, simplesmente. Não precisa dizer o nome. Aquela que há anos o garçom lhe traz sem necessidade de perguntar, pois há anos você optou por uma das duas marcas tradicionais, e daí não sai. Bem, você pede a cervejinha inominada, e o garçom não se mexe. Fica olhando pra sua cara, à espera de definição. Você olha para cara dele, como quem diz: Quê que há, rapaz? Então ele emite um som: Qual? Você pensa que não ouviu direito, franze a testa, num esforço de captação: qual o quê? Qual a marca, doutor? Temos essa, aquela, aquela outra, mais outra, e outra, e outras mais. . Desfia o rosário, e você de boca aberta: Como? Ele está pensando que eu vou beber elas todas? Acha que sou principiante em busca de aventura? Quer me gozar? Nada disso. O garçom explica, meio encabulado, que a casa dispõe de 12 marcas de cerveja nacional, fora as estrangeiras, sofisticadas, e ele tem ordem de cantar os nomes pra freguesia. Até pra mim, Leovigil? pergunto. Bem, o patrão disse que eu tenho de oferecer as marcas pra todo mundo, as novas cervejas têm de ser promovidas. Não mandou abrir exceção pra ninguém, eu é que, em atenção ao doutor, fiquei calado, esperando a dica... Não quis forçar a barra, desculpe.
— E aí?
— Aí eu disse que não havia o que desculpar, ordens são ordens e eu não sou de infringir regulamentos. Os regulamentos é que infringem a minha paz, freqüentemente. Mas para não dar o braço a torcer, nem me declarar vencido pela competição das cervejas, concluí: Leovigil, traga a de sempre.
— Não quis dizer o nome?
— Não. Minha marca de cerveja — "minha garrafa", digamos assim, pois a individualidade começa pela garrafa — passou a chamar-se "a de sempre". Não gosto de mudar as estruturas sem justa causa, nem me interessa dançar de provador de cerveja, entende?
— Mas que custa experimentar, homem de Deus?
— Só por experimentar, acho frívolo. Os moços, sim, não encontraram ainda sua definição, em matéria de cerveja e de entendimento do mundo. Saltam de uma para outra fruição, tomam pileques de ideologias coloridas, do vermelho ao negro, passando pelo róseo, pelo alaranjado e pelo furta-cor. Mas depois de certa idade, e de certa experiência de bebedor, você já sabe o que quer, ou antes, o que não quer. Principalmente o que não quer. E é isso que os outros querem que você queira. Tá compreendendo?
— Mais ou menos.
— Na verdade, não há muitas espécies de cerveja, no mundo das idéias. Mas os rótulos perturbam. Uns aparecem com mulher nua, insinuando que o gosto é mais capitoso. Bem, até agora não vi rótulo de cerveja mostrando mulher com tudo de fora, mas deve haver. Mulher se oferecendo está em tudo que é produto industrial, por que não estaria nos sistemas de organização social, como bonificação?
— Você está divagando.
— Estou. Divagar é uma forma de transformar pensamentos em nuvem ou em fumaça de cigarro, fazendo com que eles circulem por aí.
— Ou se percam.
— E se percam. Exatamente. 0 importante não é beber cerveja, é ter a ilusão de que nossa cerveja é a única que presta.
Sujeito mais conservador! Ou sábio, quem sabe?
Texto extraído do livro “De notícias & não notícias faz-se a crônica”, Livraria José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1974, pág. 137.
Escrito por Nana às 14:26
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De Volta à ativa....
Olá amigos!
Finalmente depois de muito tempo eu resolvi lembrar q eu tenho um blog!!!!
Desculpem a demora...nesse fim d ano aconteceram realmente muitas coisas....inclusive o fim do meu namoro....mesmo tendo sido eu q terminei acabei ficando mal....pior do q eu imaginava por sinal.....e ainda fico mal as vezes qdo penso em como foi o fim e tal...mas sempre acabo vendo q foi melhor assim....q eu tô mal agora mas tô evitando um sofrimento bem maior lááááá na frente.....não vou falar como foi nem nada parecido...e também não pretendo mais falar sobre isso....soh precisava contar pros amigos fiéis aqui do blog...mas agora passou tá gente?!
No proximo post um assunto mais animado!!!!
beijos pra todos e não deixem de me visitar!Pq agora vou estar mais presente prometo!
Escrito por Nana às 14:17
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O link ainda não está aih pessoal...mas em breve estará do MesSage...aih acessem tah?!
obrigada!
beijos
Escrito por Nana às 08:54
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oiiiiiiiiii
Como estão vcs?!
Obrigada pelas novas visitas espero sempre poder contar com vcs neste espaço!!!e obrigada aos bons e "velhos" amigos blogueiros q sempre dão uma passadinha tbm!
Beijos no Coração!!!
Aaaaa...antes q eu esqueça...acessem o MesSsage pelo meu blog!!!assim eu ganho R$ 0,01 em sms e vcs tbm podem ganhar se efetuare o cadastro.
Obrigada desde jah!
Escrito por Nana às 08:50
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Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas ... Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim". Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros ... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão ... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim ... e que valeu a pena!!" (Mário Quintana)
Robei esse texto do profile do meu amigo Joao...pq ele eh uma amigão mesmo q tem paciencia pra me ouvir...e o texto eh mto bom
bjos
Escrito por Nana às 10:50
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Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. Acho graça onde não há sentido. Acho lindo o que não é. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, o mundo continua rodando, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, existem coisas que não precisam ser explicadas. (Pelo menos para mim). O que importa é o que faz os meus olhos brilharem, o coração bater forte, o sorriso saltar da cara. Eu acho que as pessoas são sempre grandes e às vezes pequenas, igual brinquedo Playmobil. Enxergo o mundo sempre lindo e às vezes cinza, mas para isso existem o lápis-de-cor e o amor que a gente aprendeu em casa desde cedo. Lembra? Tenho um coração maior do que eu, nunca sei minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada). Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo de filme de susto, de lagartixa branca, de maionese vencida, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos entram e saem, nunca sei aonde fui parar. Mas uma coisa eu digo: eu não páro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre pergunto se você está feliz, se eu estou linda, se eu vou ganhar estrelinha, se eu posso levar pra casa, se eu posso te levar pra mim, se o café ficou forte demais. Eu sou assim. Nada de meias-palavras. Já mudei, já aprendi, já fiquei de castigo, já levei ocorrência, já preguei chiclete debaixo da carteira da sala de aula, mas palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. Sou menina levada, princesa de rua, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu... Beijo escondido, faço bico, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Amo e invento. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Sem censura. Sem pudor. Quer me entender? Não precisa. Quer me amar? Me dê um chocolate, um bilhete, um brinde que você ganhou e não gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Criança gosta de beijo, abraço e surpresa!
(texto Fernanda Mello)
Escrito por Nana às 10:42
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Ai amigos...obrigada pelos comentários...vcs são mto importantes prá mim!!!
só passei aqui pra deixar um beijão pra vcs...
bom fim de semana...
se cuidem!
Escrito por Nana às 09:08
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Eu não quero mudar o mundo. Não tenho tempo para isso. Quem quer mudar o lugar do mundo atua como quem muda o lugar de um móvel: Empurra primeiro para um lado, foi força demais, empurra então para o outro lado, agora com força de menos, depois mais um pequeno toque para lá e um ainda mais pequeno toque para lá, e agora sim: o móvel está no lugar. Depois abrimos o móvel e vemos que os copos que estavam lá dentro se encontram todos partidos. Estão a ver? Os copos todos partidos.
Que aborrecimento. Não nos lembramos da fragilidade do vidro.
˜ Gonçalo M. Tavares
Escrito por Nana às 08:58
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eu e meu morzi lindo...pq eu amo ele cada dia mais...pq a gnt tá 1 ano e 3 meses namorando, mas parece q a gnt jah se conhece há anos...pq ele é o amorzão da minha vidinha...
pq eu tenho q trabalhar mas tava com vontade de mostrar ele pra vc meus amigos...
agora eu vou mesmo...
bjaum
Escrito por Nana às 09:45
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Um poema Fernando Pessoa
ANÁLISE
Tão abstrata é a idéia do teu ser Que me vem de te olhar, que, ao entreter Os meus olhos nos teus, perco-os de vista, E nada fica em meu olhar, e dista Teu corpo do meu ver tão longemente, E a idéia do teu ser fica tão rente Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me Sabendo que tu és, que, só por ter-me Consciente de ti, nem a mim sinto. E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto A ilusão da sensação, e sonho, Não te vendo, nem vendo, nem sabendo Que te vejo, ou sequer que sou, risonho Do interior crepúsculo tristonho Em que sinto que sonho o que me sinto sendo. Fernando Pessoa, 12-1911
Escrito por Nana às 09:38
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Você espera respostas que eu não tenho mas...
não vou brigar por causa disso...(RR)
Ai ai...tô começando a entender que o mundo sempre está esperando algo de nós...e que na maioria das vezes pagamos por não corresponder às expectativas...sempre tem alguem esperando uma resposta,uma opinião,uma palavra...acontece que às vezes faltam palavras,ou em alguns casos elas são quase inúteis, inúteis assim também não coitadas...mas desnecessárias talvez...
Não sei bem, mas muitas vezes eu prefiro não responder pra não ter que ser sincera demais...mas meu silêncio acaba sendo mal interpretado...
é complicado!
aí fico eu aqui, cheia de reticências...
mas tá,outra hora escrevo mais...beijos no coração
Escrito por Nana às 09:25
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Hoje não escrevo
Chega um dia de falta de assunto. Ou, mais propriamente, de falta de apetite para os milhares de assuntos.
Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelho (infiel) do dicionário.
O que você perde em viver, escrevinhando sobre a vida. Não apenas o sol, mas tudo que ele ilumina. Tudo que se faz sem você, porque com você não é possível contar. Você esperando que os outros vivam para depois comentá-los com a maior cara-de-pau (“com isenção de largo espectro”, como diria a bula, se seus escritos fossem produtos medicinais). Selecionando os retalhos de vida dos outros, para objeto de sua divagação descompromissada. Sereno. Superior. Divino. Sim, como se fosse deus, rei proprietário do universo, que escolhe para o seu jantar de notícias um terremoto, uma revolução, um adultério grego - às vezes nem isso, porque no painel imenso você escolhe só um besouro em campanha para verrumar a madeira. Sim, senhor, que importância a sua: sentado aí, camisa aberta, sandálias, ar condicionado, cafezinho, dando sua opinião sobre a angústia, a revolta, o ridículo, a maluquice dos homens. Esquecido de que é um deles.
Ah, você participa com palavras? Sua escrita - por hipótese - transforma a cara das coisas, há capítulos da História devidos à sua maneira de ajuntar substantivos, adjetivos, verbos? Mas foram os outros, crédulos, sugestionáveis, que fizeram o acontecimento. Isso de escrever O Capital é uma coisa, derrubar as estruturas, na raça, é outra. E nem sequer você escreveu O Capital. Não é todos os dias que se mete uma idéia na cabeça do próximo, por via gramatical. E a regra situa no mesmo saco escrever e abster-se. Vazio, antes e depois da operação.
Claro, você aprovou as valentes ações dos outros, sem se dar ao incômodo de praticá-las. Desaprovou as ações nefandas, e dispensou-se de corrigir-lhe os efeitos. Assim é fácil manter a consciência limpa. Eu queria ver sua consciência faiscando de limpeza é na ação, que costuma sujar os dedos e mais alguma coisa. Ao passo que, em sua protegida pessoa, eles apenas se tisnam quando é hora de mudar a fita no carretel.
E então vem o tédio. De Senhor dos Assuntos, passar a espectador enfastiado de espetáculo. Tantos fatos simultâneos e entrechocantes, o absurdo promovido a regra de jogo, excesso de vibração, dificuldade em abranger a cena com o simples par de olhos e uma fatigada atenção. Tudo se repete na linha do imprevisto, pois ao imprevisto sucede outro, num mecanismo de monotonia... explosiva. Na hora ingrata de escrever, como optar entre as variedades de insólito? E que dizer, que não seja invalidado pelo acontecimento de logo mais, ou de agora mesmo? Que sentir ou ruminar, se não nos concedem tempo para isso entre dois acontecimentos que desabam como meteoritos sobre a mesa? Nem sequer você pode lamentar-se pela incomodidade profissional. Não é redator de boletim político, não é comentarista internacional, colunista especializado, não precisa esgotar os temas, ver mais longe do que o comum, manter-se afiado como a boa peixeira pernambucana. Você é o marginal ameno, sem responsabilidade na instrução ou orientação do público, não há razão para aborrecer-se com os fatos e a leve obrigação de confeitá-los ou temperá-los à sua maneira. Que é isso, rapaz. Entretanto, aí está você, casmurro e indisposto para a tarefa de encher o papel de sinaizinhos pretos. Concluiu que não há assunto, quer dizer: que não há para você, porque ao assunto deve corresponder certo número de sinaizinhos, e você não sabe ir além disso, não corta de verdade a barriga da vida, não revolve os intestinos da vida, fica em sua cadeira, assuntando, assuntando...
Então hoje não tem crônica.

Carlos Drummond de Andrade
Totalmente sem assunto hj...e eu gosto muito de Drummond...e eu já disse isso...
beijos da Nana
Escrito por Nana às 11:17
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Sinceridade
Sinceramente eu não consigo entender...porque sempre é assim, 8 ou 80, porque as pessoas pedem sinceridade e aí quando tem reclamam, que "não precisava ser tão sincera também!"...poxa, se a gnt não fala as coisas tá iludindo, mas se fala o que pensa tá cortando...não sei...não sei mesmo, talvez seja melhor assim...pelo menos eu não vou me iludir mais com aquela perfeição utópica...
sei lá viu?!
bjos pra quem comenta
Escrito por Nana às 08:40
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Listen to the rain...traduzida!!!
Ouça à chuva
Ouça ouça Ouça ouça Ouça ouça Ouça ouça Ouça (ouça) Ouça (ouça) Ouça (ouça) Ouça (ouça) Ouça (ouça) Ouça (ouça) Ouça ouça
Ouça cada pingo de chuva (ouça ouça) aaahh Cochichando segredos em chuva (ouça ouça) aaahh freneticamente buscando alguém para ouvir que aquela estória é mais do que ela esconde cada gotícula que ha muito tempo já foi? Não podemos ficar aqui um pouco? só é dificil dizer tchau Ouça à chuva
aa ... ah ouça ouça ouça ouça ouça ouça à chuva em prantos oo ... ooh oooh ooh oo ... ooh oo ... ooh oooh oh oh
Ouça (ouça) Ouça (ouça) Ouça (ouça) ouça
Eu estou sozinho na tempestade (ouça ouça) Repentinamente doce eu digo não (ouça ouça) Não poderiam eles ficar para você ter mais tempo Abram seus olhos para o amor em sua volta Voce pode sentir que é sozinho Mas ainda estou aqui com você Você pode fazer o que sonha Só se lembre de ouvir à chuva
oo .. ooh oh oh oh oh ooh ooh oh oh oooh Ouça...
Segundo a sugestão do meu amigo...tah aih a tradução da musica aih!!!
Beijos e obrigada pro comentarem!!!
Escrito por Nana às 09:29
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Evanescence pq eu amo...
Listen To The Rain
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Listen to each drop of rain [listen listen] Aaah Whispering secrets in rain [listen listen] Aaah Magically searching for someone to hear That story be more than it hides Each droplet long {gone[?]} Can't we stay for a while? It's just to hard to say goodbye Listen to the rain
Aa...ah Listen listen listen listen listen listen to the rain Weeping Oo...ooh oooh ooh oo...ooh Oo...ooh oooh oh oh
Listen [listen] listen [listen] Listen [listen] listen
I stand alone in the storm [listen listen] Suddenly sweet I say no [Listen listen] Couldn't they stay for you haven't much time Open your eyes to the love around you You can feel youre alone But I'm here still with you You can do what you dream Just remember to listen to the rain
oo...ooh oh oh oh oh ooh ooh oh oh oooh Listen
Escrito por Nana às 10:08
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